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A importância do design do ponto de venda
A estética exerce uma importância fundamental no processo de compra. E isso não se limita aos detalhes da embalagem do produto. O design do ponto de venda é outro fator decisivo. Em mercados competitivos, o preço e a qualidade do atendimento tendem a se igualar. A apresentação da loja, portanto, ganha ainda mais relevância como diferencial. Um ambiente bem pensado é uma forma poderosa de despertar a identificação do consumidor com a marca e proporcionar o tão desejado encantamento.

O conceito de compra ganhou novas nuances nos últimos tempos. Hoje, mais do que adquirir um produto, o cliente busca uma experiência. O design é uma das formas de estabelecer essa conexão com a loja. Na prática, é preciso criar uma boa razão para que o consumidor deixe o conforto do lar. “O ato de fazer compras deve ser uma oportunidade de sonhar, brincar, escapar da realidade e criar arte”, explica Marc Gobe, autor do livro Emotional Branding, que aborda a importância do design na construção do ponto de venda. 

Algumas tendências ajudam a marca a alcançar esse diferencial. A criatividade, claro, é um elemento fundamental. A seguir, confira quatro dicas para ter um ótimo design do ponto de venda e cativar o consumidor.

1. Pense na loja como um cenário para a história da marca
A maneira como os produtos estão distribuídos pode despertar não só a atenção, mas a imaginação dos clientes. Planejar um ponto de venda passa por entender a identidade da marca. Se a empresa é focada em sustentabilidade, por exemplo, o ambiente precisa transparecer isso nos mínimos detalhes. Um ponto de venda pode ser pensado como um cenário que ajuda a marca a contar uma história sobre si mesma.

2. Construa identificação com elementos familiares
Aposte em elementos que despertem sensações de nostalgia e aconchego no consumidor. É um ótimo caminho para aproximar a marca de seu público. Além do conforto, busque agregar elementos com personalidade. Prefira peças que comuniquem valores da marca e não sejam meramente decorativas. O ideal é que os objetos dialoguem com a identidade dos consumidores. Aqui, o inconsciente trabalha a seu favor. Não à toa, alguns restaurantes de comida caseira utilizam louças antigas. A intenção é conferir um efeito de ‘casa de vó’, gerando aconchego e conexão emocional.

3. Facilite o processo de compra
Entrar em uma loja, ir até o balcão, pedir ao vendedor que fale dos atributos do produto, depois passar no caixa para pagar e só então retirar a compra é um processo que tem grandes chances de fazer o consumidor desistir no meio do caminho. Por isso, uma dica é otimizar o método de venda. É o que a Apple faz. Nas lojas empresa, os vendedores não estão atrás do balcão. Eles ficam espalhados pelo ambiente. Se o consumidor decidir comprar algum produto, o atendente acessa o registro de maneira remota e finaliza a venda sem sair do lugar. Ações desse tipo ajudam a tornar o ponto de venda dinâmico.

4. Não se esqueça do seu posicionamento
A experiência de compra é como uma torre que está alicerçada no posicionamento da marca. O design do ponto de venda ocupa um nível bem alto dessa construção. Por isso, respeite a base. Se ela não estiver firme, tudo pode ruir. A loja mais eficiente é a que tem o produto certo, está no lugar certo e é focada no cliente certo. Mesmo um espaço incrível pode dar errado se não refletir a verdadeira proposta da marca.

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