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Loja de rua, shopping ou centro comercial: como escolher o melhor PDV
Segmento, público-alvo e verba disponível são fatores que devem ser analisados.

A localização é um dos elementos que mais influenciam no desempenho de uma loja. Entretanto, não existe um padrão para todos os negócios. Enquanto um espaço em um shopping pode ser a melhor opção para certos empreendimentos, outros têm mais chance de obter sucesso em lojas de rua ou em centros comerciais.

Nesse sentido, a escolha do imóvel ideal vai depender de uma série de fatores. A seguir, confira alguns dos pontos que devem ser analisados.

Público-alvo

Conhecer o público-alvo é um item fundamental no processo de escolha do melhor ambiente para o PDV. O empreendedor, assim, deve buscar dados para traçar um perfil do target pretendido. Isso inclui classe social, faixa etária, gênero prioritário, hábitos e locais de compra, entre outras informações.

Ao definir o público-alvo de maneira correta, o empresário consegue entender qual espaço faz mais sentido para a proposta do negócio.

Tráfego e visibilidade


Outro ponto essencial para definir o local de uma loja é estar em uma área com boa visibilidade e grande volume de tráfego. Isso influencia diretamente no número de pessoas que vão ingressar no estabelecimento. Fácil acesso e estacionamento próximo são características que devem ser valorizadas.

Concorrentes


Analisar a concorrência também é um fator relevante. E issos não significa mapear apenas as empresas do mesmo segmento. Uma perfumaria e uma loja de chocolates que ficam lado a lado podem ser concorrentes em datas comemorativas, como o Dia dos Namorados.

Da mesma forma, quando há muitas lojas do mesmo segmento em uma quadra ou em um shopping, a comparação de preço e qualidade se torna inevitável. Cerca de 59% dos entrevistados costuma pesquisar preços antes de adquirir um produto, segundo um levantamento da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil).

Loja de rua


Os custos deste tipo de estabelecimento são menores do que os demais. Também há maior liberdade de gestão e flexibilidade na negociação dos valores, assim como para realizar reformas.

A modalidade é indicada para negócios de bairro, como padarias, farmácias e pet shops, pois a fidelização do cliente é mais fácil quando itens do dia a dia estão disponíveis a caminho de casa.

No entanto, a falta de segurança é uma preocupação. “Ter uma loja de rua implica pagar segurança privada e fechar as portas mais cedo”, explica o consultor de varejo Marcos Hirai, em entrevista ao Uol.

Loja em shopping


Por ter grande fluxo de pessoas, o shopping garante uma parte do movimento da loja. A praticidade, a segurança e as campanhas promocionais em épocas comemorativas são grandes atrativos para os clientes.

Por outro lado, os custos para abrir um estabelecimento em um shopping são mais altos, tanto para compra quanto para aluguel. “O valor do aluguel de um ponto no shopping é, em média, 30% maior que uma loja de rua. Porém, existem regiões dentro da cidade onde os custos se equivalem”, afirma Hirai.

Loja em centro comercial


Os centros comerciais se apresentam como meio termo entre as duas opções anteriores. A parte boa é que esses espaços cobram valores menores do que um shopping para aluguel e instalação.

Além disso, costuma haver alguma liberdade de propaganda e flexibilidade nas negociações com o proprietário. Embora estejam em alta, os centros comerciais ainda têm menos movimento do que os shoppings e podem não contar com algumas conveniências, como estacionamento próprio.

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